Paulo Figueiredo negou publicamente qualquer participação em um suposto vazamento de informações sobre o deputado Nikolas Ferreira. A resposta foi publicada em seu próprio site, onde ele desmentiu toda a história que tentaram montar contra ele.
Uma troca de mensagens no WhatsApp ajudou a expor o funcionamento de uma estrutura clandestina criada para proteger os interesses do Banco Master. A investigação, que integra a Operação Compliance Zero, revela métodos de vigilância, acesso ilegal a dados e um fluxo financeiro de cerca de R$ 1 milhão mensal.
Ahmad Vahid, recém-nomeado chefe da Guarda Revolucionária do Irã, é procurado pela Interpol por envolvimento no atentado à AMIA, o mais letal da história argentina. O militar ocupa funções estratégicas no regime iraniano e já foi ministro da Defesa e do Interior. A nomeação ocorre após a morte do comandante anterior em ataque israelense.
A Comissão Europeia apresentou, na quarta-feira, planos para reforçar a competitividade do setor manufatureiro da União Europeia. As propostas estabelecem requisitos de conteúdo local e baixo carbono para compras públicas, em um esforço de descarbonização e redução da dependência de importações baratas da China.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu reservadamente o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves Ferreira no Palácio do Planalto. A iniciativa partiu do presidente, que manteve conversa a sós com o magistrado durante a maior parte do tempo. Sete dias após o encontro, Ferreira foi eleito e empossado como corregedor eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Negociações políticas movimentam a Câmara dos Deputados nesta semana, com foco na possível retirada da proposta de redução da maioridade penal da PEC da Segurança Pública. Partidos de esquerda, incluindo PT e PCdoB, pressionam para manter a idade penal em 18 anos, enquanto o relator da proposta, Mendonça Filho, defende a mudança.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manteve a votação que autorizou a quebra de sigilo bancário de Fábio Luís da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na CPMI do INSS. A decisão ocorreu nesta terça-feira (3), após uma informação inicial incorreta sobre a anulação do processo, que foi posteriormente corrigida.