O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a Lei Maria da Penha “não protege as mulheres”, durante evento realizado dois dias após o lançamento do programa Brasil por Elas, voltado ao eleitorado feminino. A declaração ocorreu em meio a críticas à legislação atual e defesa de mudanças no sistema penal.
Críticas à legislação atual
Flávio citou a agressão de um ex-companheiro contra uma mulher dentro de um elevador para ilustrar sua insatisfação com a lei. Ele declarou: “Quem não fica indignado quando vê um covarde, um ex-companheiro de uma mulher enfiando a porrada nela dentro de um elevador? Eu sou pai de menina, tenho duas”.
O senador criticou o que considera uma resposta insuficiente da legislação, argumentando que a Lei Maria da Penha não oferece proteção efetiva às vítimas. Para ele, o sistema atual falha em coibir a violência doméstica.
Defesa de penas mais duras
Flávio afirmou que autores desse tipo de crime deveriam permanecer presos por mais tempo. Ele defendeu mudanças no sistema penal, sem detalhar propostas específicas. A fala ocorre em um contexto de debate sobre a eficácia das leis de proteção à mulher no Brasil.
As declarações foram feitas dois dias após o lançamento do programa Brasil por Elas, apresentado por Flávio Bolsonaro como uma proposta voltada ao eleitorado feminino. O programa busca dialogar com mulheres sobre políticas públicas.
Contexto político
O post com a declaração de Flávio Bolsonaro apareceu primeiro em Paulo Figueiredo. A saída de Pazolini da prefeitura de Vitória ocorre conforme determina a legislação eleitoral, mas a fonte não detalhou a relação direta com o tema.
Pazolini deixou o cargo de prefeito em abril deste ano para disputar o governo do Espírito Santo. A legislação eleitoral exige que prefeitos se afastem do cargo até seis meses antes do pleito para concorrer a outros cargos.
A declaração de Flávio Bolsonaro gerou repercussão nas redes sociais, com críticas e apoios. A fonte não detalhou reações oficiais de entidades de defesa dos direitos das mulheres.
