O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) consolidou a liderança na disputa pelo governo de Minas Gerais, conforme levantamento do Datafolha divulgado nesta sexta-feira (11). O parlamentar registra 37% das intenções de voto no primeiro turno, um avanço de cinco pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, realizada em agosto. Os números reforçam o favoritismo do candidato e ampliam a distância para os concorrentes mais próximos.
A pesquisa ouviu eleitores em todo o estado e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. O cenário aponta um isolamento de Cleitinho na dianteira, com os demais postulantes ainda distantes. A seguir, os principais destaques do levantamento e os desdobramentos para a corrida eleitoral.
Vantagem de Cleitinho se amplia
O crescimento de Cleitinho Azevedo foi o movimento mais expressivo desta rodada. Em agosto, o senador aparecia com 32% das intenções de voto; agora, saltou para 37%. A diferença de cinco pontos supera a margem de erro, indicando uma tendência real de fortalecimento. O candidato do Republicanos tem se beneficiado de uma base eleitoral fiel e de uma imagem associada à renovação política.
Na segunda colocação, Patrus Ananias (PT) oscilou de 12% para 13%, dentro da margem de erro. Alexandre Kalil (PDT) caiu de 12% para 11%, também uma variação estatisticamente estável. A distância entre Cleitinho e o segundo colocado é de 24 pontos percentuais, uma vantagem considerável a menos de um ano da eleição. A fonte não detalhou os motivos para o crescimento do líder, mas o cenário sugere consolidação de sua candidatura.
Segundo pelotão segue embolado
O atual governador, Mateus Simões (PSD), permanece com 4% das intenções de voto, mesmo percentual registrado em agosto. Ele está tecnicamente empatado com Gabriel Azevedo (MDB), ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, e Flávio Roscoe (PL), que também têm 4%. Os três candidatos aparecem numericamente idênticos, o que evidencia a fragmentação do eleitorado fora do topo da tabela.
Entre os demais concorrentes, Túlio Lopes (PCB) passou de 2% para 3%, uma oscilação dentro da margem de erro. Ben Mendes (Missão) e Rafael Duda (PSTU) registram 1% cada. Henrique Áreas (PCO), que não havia pontuado em agosto, agora aparece com 1%. Já Indira Xavier (UP), que tinha 1% no levantamento anterior, não pontuou nesta rodada. A fonte não detalhou os motivos dessas variações.
Brancos e nulos somam 11%
No primeiro turno, 11% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 10% não souberam ou não quiseram responder. Esses percentuais indicam um eleitorado ainda indeciso ou insatisfeito com as opções apresentadas. A soma de brancos, nulos e indecisos chega a 21%, um contingente que pode influenciar o resultado final caso migre para algum candidato.
A pesquisa não detalhou o perfil desses eleitores, mas o alto índice de não resposta é comum em cenários com muitos candidatos e baixa identificação partidária. A fonte não detalhou se há tendência de redução desses números nas próximas rodadas.
Segundo turno favorece Cleitinho
As simulações de segundo turno reforçam a força de Cleitinho Azevedo. Contra Alexandre Kalil, o senador aparece com 54% dos votos válidos, ante 29% do ex-prefeito de Belo Horizonte. Em um confronto com Patrus Ananias, o resultado seria ainda mais favorável: 59% para Cleitinho contra 24% para o petista. O nome de Mateus Simões não foi incluído nas simulações de segundo turno.
Os números indicam que, se a eleição fosse hoje, Cleitinho venceria qualquer adversário com folga. A vantagem superior a 25 pontos em ambos os cenários demonstra um eleitorado consolidado e pouca rejeição entre os que conhecem o candidato. A fonte não detalhou a metodologia das simulações, mas os percentuais refletem a liderança já observada no primeiro turno.
Metodologia e contexto
O Datafolha não divulgou o número total de entrevistados nem o período de coleta dos dados nesta edição. A margem de erro é de três pontos percentuais, o que dá segurança para as comparações entre os principais candidatos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral, conforme exigido pela legislação.
A disputa pelo governo de Minas Gerais ainda está em estágio inicial, mas o cenário atual aponta para uma polarização entre Cleitinho e os demais candidatos. A fonte não detalhou se haverá novas rodadas antes do pleito, mas a tendência é de acompanhamento periódico das intenções de voto.
Fonte
- www.conexaopolitica.com.br
- Adicione o Conexão Política como sua fonte preferida Adicione o Conexão como fon (www.google.com)
- G Siga o Conexão no Google (www.google.com)
