Presidente da Unafisco depõe como investigado na PF
O presidente da Unafisco Nacional, Kleber Cabral, prestou depoimento à Polícia Federal na condição de investigado nesta sexta-feira (20). A audiência ocorreu de forma remota no âmbito do Inquérito das Fake News.
Declarações polêmicas motivaram intimação
O ministro Alexandre de Moraes determinou que a PF intimasse o dirigente para prestar esclarecimentos. A medida foi tomada após declarações concedidas à imprensa na última quarta-feira (18).
Falas consideradas duras contra o STF
Em entrevista à CNN Brasil, Cabral afirmou não ver indícios de que um auditor alvo de operação tenha efetivamente vazado dados. A outros veículos, ele declarou que geraria mais temor aos servidores da Receita investigar o PCC do que o próprio STF.
Nota da Unafisco expressou preocupação
No mesmo dia da operação, a Unafisco divulgou nota crítica às medidas adotadas pelo Supremo Tribunal Federal. O documento destacou três pontos principais:
- Preocupação com a operação conduzida pela Polícia Federal
- Necessidade de observar o devido processo legal
- Importância da presunção de inocência e proporcionalidade das medidas
Histórico do inquérito envolve auditores
O sindicato relembrou que, em 2019, no âmbito do mesmo inquérito, dois auditores fiscais foram afastados sob acusação de vazamento de informações fiscais. Os dois profissionais foram posteriormente reintegrados após a acusação não se sustentar.
Precedente histórico mencionado
Esse caso anterior foi mencionado pela Unafisco como parte do contexto das atuais investigações. A fonte não detalhou se há conexão direta entre os episódios.
Investigação segue em andamento
O depoimento de Kleber Cabral marca mais um capítulo no Inquérito das Fake News. A condição de investigado significa que o presidente da Unafisco está sob escrutínio das autoridades policiais.
A Polícia Federal deve analisar as declarações prestadas antes de encaminhar possíveis conclusões ao STF. O desfecho do caso ainda depende de apurações complementares.
Confirmação pendente
A CNN Brasil tenta confirmar o caso com o STF (Supremo Tribunal Federal). A fonte não detalhou quando essa confirmação deve ocorrer.
