Ofensiva conjunta inicia com explosões em múltiplas cidades
Na madrugada de 28 de fevereiro de 2026, explosões marcaram o início de uma ofensiva militar conjunta dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. As detonações ocorreram em Teerã e em outras quatro cidades iranianas.
Cidades atingidas
- Teerã
- Isfahan
- Qom
- Karaj
- Kermanshah
O Pentágono batizou a operação de “fúria épica”, indicando sua escala coordenada. A ação incluiu o bombardeio do Complexo Presidencial iraniano na capital por forças israelenses.
Setemísseis caíram próximos ao palácio presidencial e ao complexo do líder supremo, intensificando o foco na estrutura de poder. A fonte não detalhou nomes ou números específicos de figuras do regime visadas.
Resposta imediata do Irã
O Irã lançou mísseis contra Israel em retaliação, ativando o sistema de defesa aérea de Teerã. Jatos de combate dominaram o céu da capital durante os confrontos, elevando as tensões regionais.
Medidas de segurança e respostas operacionais
Israel acionou sirenes de alerta em várias regiões como precaução contra os mísseis iranianos. Medidas de proteção civil foram implementadas imediatamente.
Ações defensivas israelenses
- Suspensão de aulas
- Limitação de deslocamentos
- Fechamento do espaço aéreo para voos civis
No Irã, o aiatolá e líder supremo Ali Khamenei foi retirado de Teerã para um local seguro após as explosões próximas aos centros de poder. A fonte não detalhou seu destino ou a duração desta realocação.
Coordenação militar dos EUA
Forças dos Estados Unidos utilizaram meios aéreos e marítimos nos bombardeios, demonstrando uma abordagem multifacetada. Esta coordenação reforça a natureza integrada da ofensiva conjunta.
Declarações e justificativas oficiais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a iniciativa busca “defender o povo americano”, posicionando a ação como medida de proteção nacional. A fonte não detalhou ameaças específicas que motivaram o ataque.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que a ação visa “eliminar a ameaça existencial representada pelo regime terrorista no Irã”. Ele também afirmou que o objetivo é “criar condições para que o povo iraniano tome as responsabilidades do seu destino”.
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, classificou a ofensiva como “ataque preventivo”, indicando motivação baseada em antecipar ameaças percebidas.
Contexto diplomático e colapso das negociações
A última reunião entre representantes dos Estados Unidos e do Irã ocorreu em 26 de fevereiro de 2026, em Genebra, na Suíça. Este encontro diplomático aconteceu apenas dois dias antes do início da ofensiva militar.
A fonte não detalha o conteúdo ou resultado das discussões, mas a proximidade temporal sugere rápido colapso nas negociações. O fracasso das conversas pode ter contribuído para a escalada das hostilidades.
A ofensiva representa mudança abrupta do diálogo para ação militar, com implicações significativas para a estabilidade regional. Observadores aguardam mais informações sobre desdobramentos e possíveis respostas do Irã.
