Vereadora relata assédio durante debate
A vereadora Eduarda Campopiano denunciou ter sido assediada sexualmente por uma mulher durante um debate. Segundo ela, o episódio ocorreu quando uma feminista proferiu um comentário que considerou um absurdo. Eduarda afirmou que inicialmente achava que o debate seria apenas mais um contra feministas, mas foi surpreendida pela agressão.
A autora das falas, identificada como Savani, declarou que apenas havia dito o que “faria” com a vereadora. A declaração foi interpretada por Eduarda como assédio sexual. A fonte não detalhou o conteúdo exato da fala.
Críticas à seletividade no tratamento
Eduarda apontou que o episódio evidencia a diferenciação de tratamento dado a casos semelhantes quando a autora das falas é uma mulher. A vereadora disse que se fosse um homem, ele teria saído preso. Ela criticou a seletividade adotada quando o caso envolve mulheres e pessoas com linha ideológica de esquerda.
A vereadora afirmou que a assediadora foi uma mulher de esquerda e aparentemente tem passe livre para cometer crime. A declaração sugere que a orientação política da agressora influenciou a reação das autoridades ou do público.
Dimensão espiritual e moral
Eduarda relacionou o episódio a uma disputa de valores morais e religiosos. Ela disse que a guerra não é política, é espiritual. A vereadora pretende levar o caso adiante judicialmente, buscando responsabilização legal pela agressão sofrida.
O post com a denúncia apareceu primeiro em Paulo Figueiredo, um veículo de comunicação. A fonte não forneceu mais detalhes sobre o andamento do caso ou eventuais medidas legais já tomadas.
