Uma mansão em Brasília era usada por Lulinha e pela lobista Roberta para reuniões, segundo a ex-empregada Zildeni. Ademais, a revelação faz parte de um processo trabalhista movido por ela após sua demissão. Além disso, Zildeni afirmou que os dois frequentavam o local ao menos duas vezes por mês. Zildeni disse ainda que Roberta enviava áudios para comunicar as visitas.
A mansão e o relato
A propriedade fica em Brasília e, segundo Zildeni, era usada para reuniões entre Lulinha e Roberta. Contudo, a ex-empregada não detalhou a estrutura da mansão. Ela também não revelou o endereço exato. Zildeni não informou quem era o proprietário do imóvel. Dessa forma, esses detalhes não foram mencionados no processo. A fonte limitou-se a afirmar que as visitas ocorriam com frequência.
Zildeni afirmou que mantinha Luchsinger informada sobre a movimentação na mansão. Ela disse que fazia isso especialmente quando a empresária estava viajando. No entanto, a ex-funcionária não detalhou a forma como repassava as informações. Ela também não informou com que frequência falava com Luchsinger. Zildeni não explicou há quanto tempo trabalhava no imóvel. Portanto, esses pontos não foram esclarecidos.
Rotina de visitas
Segundo a ex-empregada, Lulinha e Roberta iam à mansão pelo menos duas vezes por mês. Ela afirmou que os encontros eram frequentes. No entanto, Zildeni não informou se as visitas ocorriam sempre nos mesmos dias. A fonte não disse se os dois chegavam juntos ou em momentos diferentes. Além disso, a ex-empregada também não revelou a duração de cada encontro. Dessa forma, esses detalhes não foram mencionados no depoimento.
Zildeni detalhou que Lulinha costumava chegar às segundas ou quartas-feiras. Em seguida, ele permanecia dois dias no local, segundo a ex-empregada. Durante a estadia, Lulinha era visto fumando próximo à piscina. Por outro lado, a ex-funcionária não disse se ele utilizava outras áreas da casa. Ela tampouco informou se havia acompanhantes nas visitas. Além disso, a fonte não esclareceu se essas chegadas eram sempre no mesmo horário.
A ex-empregada não revelou se as visitas continuaram após sua demissão.
Áudios e processo trabalhista
Em algumas ocasiões, apenas Lulinha chegava à casa. Além disso, Roberta enviava áudios para Zildeni avisando sobre a visita. Esses áudios, segundo a empregada, eram a forma usada pela lobista para orientá-la. Todavia, Zildeni não informou quantas vezes recebeu esse tipo de mensagem. A ex-empregada também não disse se Roberta explicava o motivo da visita. Ela apenas citou um trecho de uma das gravações.
Em um dos áudios, Roberta orienta que “semana que vem o seu Fábio está indo”. Em seguida, a lobista acrescenta que ele virá “com visita” e que ficará “no quarto das kids”. Ela então pede que a empregada arrume as camas de criança para os adultos. No entanto, Zildeni não detalhou se as crianças estavam realmente presentes. Ademais, a fonte também não informou quem eram os adultos mencionados. O áudio, segundo a ex-empregada, faz parte do processo.
O relato de Zildeni faz parte de um processo trabalhista que ela moveu após a demissão. A ex-empregada incluiu no processo um áudio enviado por Roberta. Além disso, ela prestou depoimento descrevendo a rotina na mansão. Contudo, Zildeni não informou o que motivou a ação judicial. Ela também não disse se havia outras provas além dos áudios. Ademais, a fonte não detalhou a situação atual do processo. A fonte não informou se o processo já tem sentença.
Em resumo, a fonte não esclareceu quantos áudios existem ou se todos foram anexados ao processo.
Defesa de Lulinha
A defesa de Lulinha afirmou que ele não residia no imóvel e que não praticou condutas irregulares. O advogado Marco Aurélio de Carvalho disse que Fábio e Roberta nunca negaram a relação de amizade. Ele afirmou que Lulinha frequentava a casa naturalmente. Carvalho também declarou que “não podemos permitir que as amizades sejam criminalizadas”. Além disso, a defesa se colocou à disposição da Justiça. No entanto, a fonte não detalhou o conteúdo da petição.
Marco Aurélio de Carvalho afirmou ao jornal que Fábio e Roberta nunca negaram a amizade. Em seguida, ele declarou: “Ele frequentava a casa da Roberta naturalmente como fazia com outros amigos. Isso não é motivo de segredo. Não podemos permitir que as amizades sejam criminalizadas.” Carvalho também disse que a defesa está à disposição da Justiça. Além disso, a defesa negou irregularidades. Contudo, a defesa não abordou os áudios em sua manifestação.
Em resumo, a defesa não detalhou a relação de Lulinha com a propriedade.
Publicação original
As informações foram publicadas originalmente no site Paulo Figueiredo. Em seguida, o portal reproduziu o relato da ex-empregada e os áudios do processo. O post apareceu primeiro em Paulo Figueiredo. Além disso, a publicação trouxe os áudios como anexos.
