Bolsonaro tem piora renal e quadro inflamatório dispara

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora da função renal e aumento de indicadores inflamatórios durante internação no hospital DF Star, em Brasília. O boletim médico foi divulgado neste sábado (14).

O paciente, que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, foi internado na sexta-feira (13) com sintomas graves. Ele segue sem previsão de alta hospitalar.

Quadro clínico apresenta complicações

O hospital DF Star informou que Bolsonaro apresentou:

  • Piora da função renal
  • Aumento de indicadores inflamatórios

Apesar dessas complicações, a equipe médica afirma que o quadro clínico permanece estável. O paciente recebe acompanhamento constante.

Tratamento em andamento

O ex-presidente continua recebendo:

  • Antibióticos e hidratação por via endovenosa
  • Sessões de fisioterapia respiratória e motora
  • Medidas preventivas contra trombose venosa

Essas intervenções buscam estabilizar o paciente e prepará-lo para uma eventual recuperação.

Internação ocorreu com sintomas graves

Bolsonaro foi internado na manhã de sexta-feira (13) após apresentar:

  • Febre alta
  • Sudorese e calafrios
  • Queda na saturação de oxigênio

Ele foi transportado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A internação ocorreu de forma emergencial devido à gravidade dos sintomas.

Diagnóstico confirmado

Exames realizados após a admissão hospitalar confirmaram broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa. Esse diagnóstico explica os sintomas respiratórios apresentados pelo paciente.

A condição requer cuidados intensivos e monitoramento constante dos parâmetros vitais.

Tratamento intensivo na UTI

Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star. Não há previsão de alta hospitalar, conforme informações divulgadas pela equipe médica.

O paciente está sob observação constante para garantir a estabilização de seu quadro clínico. O tratamento inclui múltiplas abordagens médicas para enfrentar as complicações apresentadas.

Contexto da situação prisional

O ex-presidente está custodiado na sala de Estado-Maior localizada no prédio conhecido como Papudinha, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados. A internação hospitalar ocorre dentro do contexto dessa situação prisional.

Transferência médica

A transferência para o hospital foi necessária devido à gravidade do quadro clínico apresentado. O sistema prisional brasileiro prevê atendimento médico externo quando as condições de saúde do preso exigem cuidados especializados.

Essa medida busca garantir o direito à saúde mesmo durante o cumprimento de pena.

Assinaturas do boletim médico

O boletim divulgado pelo hospital foi assinado por:

  • Cirurgião-geral Cláudio Birolini
  • Cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado
  • Coordenador da UTI geral, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior
  • Diretor-geral do hospital DF Star, Allisson B. Barcelos Borges

A participação de múltiplos especialistas reflete a complexidade do caso e a abordagem multidisciplinar adotada. O boletim representa a comunicação oficial da instituição sobre o estado de saúde do ex-presidente.

Perspectivas de recuperação

A equipe médica mantém o paciente sob observação constante na UTI, monitorando todos os parâmetros clínicos. A ausência de previsão de alta indica que o tratamento ainda está em fase crítica, exigindo cuidados intensivos.

A estabilidade do quadro, apesar das complicações, oferece perspectiva para uma eventual melhora. O tratamento continuará com as abordagens já estabelecidas, ajustando-se conforme a evolução clínica do paciente.

A recuperação dependerá da resposta do organismo às intervenções médicas e do controle das complicações identificadas.

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