Um post publicado por Paulo Figueiredo afirma que o governo Lula gastou dinheiro que não tinha, impactando a renda das famílias. Walter Maciel explica como isso ocorreu. A matéria apresenta as alegações sem verificação independente.
Três pessoas morreram e 18 socorristas foram colocados em quarentena após contato com uma substância desconhecida em uma residência no Novo México. A polícia investiga a suspeita de overdose coletiva.
O Tribunal Superior Eleitoral manteve, por unanimidade, a cassação dos registros de candidatura da prefeita Fabíola Alves da Silva (PSDB), do vice-prefeito Cesar Silva (PSDB) e do vereador Pastor Lilo (MDB) de Votorantim (SP). A decisão confirmou que o uso de um culto religioso para propaganda política configurou abuso de poder político e econômico.
A Polícia Federal rejeitou a primeira proposta de delação premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, considerando os relatos seletivos e pouco úteis. A investigação aponta que Vorcaro omitiu informações sobre o senador Ciro Nogueira, que teria recebido vantagens indevidas. A negociação continua, com Vorcaro buscando imunidade para familiares.
A ANP confirmou que o líquido escuro encontrado em um poço perfurado por um agricultor em Tabuleiro do Norte, Ceará, é petróleo cru. O agricultor Sidrônio Moreira gastou R$ 15 mil para perfurar o poço em busca de água. A agência abriu processo administrativo para avaliar a área e a viabilidade de exploração.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou dois decretos que reformulam as regras para big techs no Brasil, permitindo a remoção de conteúdo ilegal sem necessidade de ordem judicial. As medidas alteram o Marco Civil da Internet e foram motivadas pelo aumento de golpes virtuais e ataques contra mulheres. A oposição e entidades de liberdade de expressão alertam para riscos de censura.
O ministro do STF Dias Toffoli marcou para 29 de março o julgamento de nove recursos contra a decisão da Corte que ampliou a responsabilização das redes sociais. Google e Facebook estão entre as empresas que recorreram. O julgamento ocorrerá no plenário virtual.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) promoveu mais uma mudança na área de comunicação de sua campanha ao Palácio do Planalto. O jornalista Rodrigo Saccone deixou o cargo de assessor de imprensa, e o publicitário Marcello Lopes, o Marcellão, não é mais chefe de comunicação. Eduardo Fisher é cotado para substituir Marcellão.