O juiz Júnior da Luz Miranda, de Jales (SP), tornou-se alvo de representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após condenar um casal por abandono intelectual devido à prática de ensino domiciliar. A defesa da família aponta supostas irregularidades cometidas pelo magistrado, incluindo comentários em rede social e violência institucional de gênero.
