A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi aprovada, mas sem as emendas que o PL prometia barrar. O ponto mais polêmico foi a emenda 120, que, segundo a oposição, tentava abrir caminho para a destinação específica de recursos públicos ao aborto nas maternidades da rede municipal. Para os vereadores da oposição, o recado foi claro: o orçamento público não pode ser usado como atalho para impor uma agenda ideológica.

Emendas do PL são rejeitadas

O PL teve todas as suas emendas negadas. As propostas rejeitadas tratavam de plano de cargos e salários da Guarda Municipal, da Defesa Civil, além de emendas relacionadas à saúde e à defesa da fibromialgia. A fonte não detalhou o teor completo de cada emenda.

Emenda 120 gera polêmica

O ponto mais duro ficou na emenda 120. Para os opositores Alana Passos, Poubel, Fernando Armelau e Rafael Satiê, a proposta tentava abrir caminho para a destinação específica de recursos públicos ao aborto nas maternidades da rede municipal. A emenda foi rejeitada juntamente com as demais.

Recado da oposição

Para os vereadores da oposição, o recado foi simples: o orçamento público não pode virar atalho para impor agenda ideológica. A LDO passou, mas sem as emendas que o PL prometia barrar. A fonte não detalhou se haverá novas tentativas de incluir tais emendas.

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