O presidente Lula (PT) lidera os índices de rejeição entre os nomes avaliados para a disputa presidencial de 2026, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (9) pelo instituto Gerp. De acordo com o levantamento, 48% dos entrevistados afirmaram que não votariam no petista “de jeito nenhum”.

Rejeição a Lula supera 48%

O percentual de rejeição a Lula é o mais alto entre os pré-candidatos testados. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 42% de rejeição, ficando em segundo lugar. Já o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o ex-candidato à Presidência Cabo Daciolo têm 9% de rejeição cada.

Segundo turno: Flávio à frente

Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio, o senador do PL aparece com 44,7% das intenções de voto, enquanto o atual presidente registra 39,1%. A diferença de 5,6 pontos percentuais indica vantagem do parlamentar fluminense.

Governo Lula: 52% desaprovam

A pesquisa também avaliou a aprovação do governo Lula. 52% desaprovam a gestão, enquanto 40% aprovam. 8% disseram não saber ou preferiram não responder. Na avaliação qualitativa, 45% classificam o governo como “ruim” ou “péssimo”, contra 33% que o consideram “bom” ou “ótimo”. O grupo que avalia a gestão como “péssima” sozinho representa 36% dos entrevistados.

Evangélicos: 67% desaprovam

Entre os evangélicos, a desaprovação ao governo alcança 67%, enquanto a aprovação fica em 23%. Já entre os católicos, Lula registra aprovação de 46% e desaprovação de 47%, um cenário mais equilibrado.

Centro-Oeste, Sudeste e Sul lideram rejeição

Regionalmente, a avaliação negativa é mais intensa no Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Nesses locais, o percentual de entrevistados que classificam o governo como “péssimo” varia entre 41% e 44%. Entre os homens, o índice de avaliação “péssimo” chega a 44%, contra 29% entre as mulheres.

Presença digital: Flávio supera Lula

No ambiente digital, Flávio Bolsonaro foi apontado por 35% dos entrevistados como o nome mais visto nas plataformas digitais. Lula foi citado por 32% como o nome mais visto nas plataformas digitais.

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