Rubio cobra libertação de líderes religiosos
Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, voltou a exigir publicamente a libertação imediata dos líderes da Igreja Zion detidos na China. A declaração ocorre após prisões em massa, quando nove líderes foram detidos sob acusações criminais que podem resultar em processo formal. Rubio condenou o que classificou como hostilidade sistemática do Partido Comunista Chinês contra cristãos.
Em outubro do ano passado, Rubio já havia reprovado as ações do regime e manifestado defesa aos cristãos perseguidos na Ásia. Desta vez, ele escreveu no X/Twitter: ‘Os Estados Unidos condenam a detenção, pelo Partido Comunista Chinês, de dezenas de líderes da Igreja Zion não registrada na China, incluindo o proeminente pastor Mingri ‘Ezra’ Jin. Pedimos a liberação imediata deles.’
Apoio de ex-autoridades americanas
O ex-vice-presidente Mike Pence e o ex-secretário de Estado Mike Pompeo se juntaram às declarações condenando as prisões. Ambos reforçaram a posição de Rubio, ampliando a pressão internacional sobre o governo chinês. Ainda assim, a fonte não detalhou se há alguma ação diplomática concreta em andamento além das manifestações públicas.
Resposta da China nega acusações
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou desconhecer os casos. Em declaração oficial, Lin Jian disse que ‘o governo chinês administra os assuntos religiosos de acordo com a lei e protege a liberdade religiosa dos cidadãos.’ A resposta segue o padrão adotado pelo regime diante de críticas internacionais sobre perseguição religiosa. Oficialmente, eles negam que atuem sob enquadramento, invocam soberania e encerram o assunto.
A postura contrasta com as acusações de Rubio e dos ex-líderes americanos, que apontam para uma perseguição sistemática. A fonte não detalhou se haverá novas medidas por parte dos EUA ou se o caso será levado a organismos multilaterais.
